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A grande Pirâmide e suas Profecias...


É evidente que esses três enormes monumentos são umas maravilhas da edificação, construídos para resistir a todos os cataclismas: abalos sísmicos, incêndios e inundações; além disso, sua própria estrutura os protege das destruições humanas.

Desde a mais remota antiguidade, há uma pirâmide que tem admirado a todo mundo: a pirâmide de Queóps, que os egípicios chamavam "Al Ahram" ou seja, A Luz.

Os gregos a consideravam uma das sete maravilhas do mundo. É preciso esclarecer que naquela época se encontrava totalmente revestida de lisas placas calcárias, muito duras e brancas e que se resplandencia, sob o sol. Foi o sultão Al Mamún quem mandou tirar, placa por placa, o magnífico revestimento. Entretando, tal qual está hoje, ainda é digna de admiração para todos que tem prazer em contemplá-la.

Para construí-la, foram empregados três milhões de blocos de pedra, alguns pesando de vinte a trinta toneladas. Todos esses blocos estão unidos sem cimento, encaixaos perfeitamente entre si, de tal forma que é impossível, apesar de tentar forçosamente, passar a lâmina de uma faca entre dois blocos de pedra.

O conjunto pesa uns seis milhões de toneladas, ou seja, para transportá-lo, seriam necessárias seis mil locomotivas puxando, cada uma, mil toneladas.

Se considerarmos a construção da Grande Pirâmide apenas como uma obra de alvenaria já seria algo extraordinário. É evidente, também, que quem a construiu não ignorava certas ciências, que conhecemos atualmente, nem outras, sem dúvida, pois veremos, mais adiante, que foram solucionadas das equações do universo.

Cabe pensar, desse modo, que os primeiros ocupantes do Egito foram os descendentes dos atlantes e que seus sacerdotes guardaram, tanto quanto puderam, a ciência que se perdeu, pouco a pouco, como toda iniciação quando popularizada.

A Grande pirâmide guarda, tem-se dito sempre, grandes segredos científicos, e o escriba copto (copista de raça egípcia; cristão jacobita, que escrevia na lígua antiga do Egito), Massurdi, que viveu no século X de nossa era, apoiando-se em manuscritos e tradições coptas, escreveu que "Surid, um dos faraós que reinou no Egito antes do dilúvio, ergue duas grandes pirâmides". E acrescenta que "Surid ordenou aos sacerdotes que depositassem a soma de sua sabedoria e de seus conhecimentos, sobre as artes e as ciências,... com os escritos dos sacerdotes, compiladores de todo o tipo de sabedoria, com os nomes e propriedades das plantas medicinais, e as ciências aritmética e geométrica, para que tudo isso ficasse conservado em benefício dos que, mais adiante, saberiam compreendê-la..."

Mais tarde, acrescentou:

"Na pirâmide do oriente (a Grande) foram gravadas as esferas celestes
e as figuras que representam as estrelas e os planetas."

"O faraó também mandou gravar as posições das estrelas e seus ciclos,
assim como a história e a crônica dos tempos passado e futuro, e todos os acontecimentos
futuros que teriam lugar no Egito".

Os coptos são os decendentes diretos dos antigos egípicios e suas tradições merecem grande atenção.

Ou os coptos ou os árabes, que invadiram posteriormente o Egito, o certo é que nenhum deles ignorou o valor científico dessas pirâmides e os manuscritos árabes também aludem a esses conhecimentos inscritos. Assim, o manuscrito de Makrisi diz que "a primeira pirâmide foi especialmente consagrada à história e à astronomia e a segunda, aos conhecimentos médicos."

Tahfat confirma que a Grande Pirâmide contém "os planos das estrelas e dos sinais históricos e proféticos."

((Texto de Esotérikha.com))

DECIFRANDO A PROFECIA DA GRANDE PIRÂMIDE

Para decifrar o enigma da Grande Pirâmide temos que dispor da chave, que é simplesmente a medida utilizada. Para os piramidólogos, a "braça sagrada" foi a unidade que presidiu a construção, e consideram que é equivalente à décima milionésima parte do raio polar da terra. Expresso em metros, a "braça sagrada" teria um comprimento de 0,635660, sensivelmente maior que a braça convencional, e por sua vez se dividia em 25 "polegadas piramidais". Temos de ter bem -presente que nada teria sentido se não nos servissemos destas magnitudes.

A história do homem se inicia na entrada da siringa; em uma data que se corresponderia com o ano 4.000 antes de Cristo, o ano zero da pirâmide. A partir daqui, polegada a polegada, estão refletidas zelosamente as datas destacáveis do caminho da humanidade.

Também a direção e dimensões dos corredores têm sua simbologia; assim, o primeiro tramo descendente está expressando a descida do homem, sua degradação, que encontra seu caminho de elevação no corredor ascendente.

E precisamente na intersecção de corredores descendente e ascendente onde está assinalada a primeira data importante, o ano 2.513,555469 da pirâmide, que corresponde com o 4 de abril de 1486 antes de Cristo, data do êxodo de Israel.


O nascimento e a morte de Jesus Cristo

A partir desse ponto começa a marcha ascendente da humanidade, como se vê, multo relacionada com os acontecimentos vividos pelo povo judeu. Seguindo o corredor ascendente, símbolo do caminho para a luz espiritual, encontramos outra data fundamental: está situada um pouco antes de que o corredor se abra à grande galeria e corresponde ao ano 3.996 da pirâmide, o dia 15 do mês de Tisri (sábado, 4 de outubro, segundo o ano gregoriano) do ano 4 antes de nossa era; data que, segundo sustentam os piramidólogos, é a autêntica do nascimento de Jesus.

A grande galeria ostenta também o nome místico de "A época do Salvador da raça humana" e se inicia no dintel (verga superior de porta ou janela) deste espaçoso corredor com a data chave do cristianismo, 7 de abril do ano 30 do calendário juliano, momento da morte de Cristo. Não deve surpreender o fato de que Jesus Cristo seja um personagem chave nesta terminologia, pois é assegurado que os antigos sacerdotes egípcios conheciam as antigas profecias sobre a vinda do Messias ao mundo e parece que em base a elas elaboraram o culto a Osíris, que apresenta muitas coincidências com Jesus.

A câmara do rei

Se a busca do espiritual por parte do homem está simbolizada na grande galeria, é justo que o final da busca coincida com o final desta. Ali se abre a entrada que dá passagem à câmara do rei. A distribuição é a seguinte: primeiro, um corredor baixo e curto, que dá passagem à antecâmara ou câmara dos rastelos; desta, e através de um segundo corredor baixo, similar ao anterior, se passa à câmara do rei, chamada também "câmara do mistério da tumba aberta do Grande Oriente" ou "Juízo das Nações". Vejamos as datas situadas em cada um destes espaços.


A primeira guerra mundial

A entrada do primeiro corredor baixo corresponde ao 4-5 de agosto de 1914, princípio das tribulações da época trágica da humanidade; o final do corredor assinala o 10-11 de novembro de 1918. Em continuação a essa data se abre a antecâmara, chamada também "A trégua do caos", simbolismo claro da relativa tranqüilidade que viveu o mundo após a primeira guerra mundial, uma trégua que dura o mesmo que o comprimento da antecâmara, até 1928, data que coincide com o princípio do segundo corredor baixo. Somente oito anos da história estão registrados neste corredor; os compreendidos entre 1928 e 1936, já que, coincidindo com este último ano terminam os corredores e se chega à câmara do rei, espaçosa e atormentada, cenário dos últimos acontecimentos da humanidade prévios ao final. Antes de penetrar nela convém assinalar a importância do ano 1936, data dramática para os espanhóis, que muitos avaliam como início efetivo da segunda guerra mundial, e que em qualquer caso é o início do fim.

Vivemos momentos de transição

Não em vão, a câmara real, a qual se tem acesso depois desse 1936, recebe também o nome de "Retorno à verdadeira luz que vem do Oeste", ou o igualmente sugestivo "Sala de Juízo e da purificação das nações". E uma etapa estranha, inquietante, castigada de acontecimentos confusos. Nela, o homem parece despertar de um longo sono, mas com a angústia de ignorar onde abrirá os olhos e se o longo dia que começa será bom ou difícil. Se trata da convulsão ancestral que traz a mudança de era, neste caso a passagem de Peixes a Aquário. Tudo isto é certo, ou presumivelmente certo, mas não justifica a cronologia da Grande Pirâmide, já que, segundo o interpretaram os piramidólogos, essa época de mudança, de transição traumática, deveria ter concluído em 1962. Neste ano, sempre segundo os piramidólogos, deveria ter sido iniciada a reconstrução espiritual da humanidade, reconstrução que culminará no ano 2001. Ainda que dentro das interpretações piramidológicas exista desacordos. Não em vão a interpretação da lingua
em em pedra é difícil, para não dizer francamente subjetiva. Assim Davidson avalia em forma diferente as medidas da câmara real e atribui à época da desordem e desorientação uma duração desde 1936 a 2030, data na qual termina a mensagem da pedra.

2001-2030. O fim
De certo, a mensagem da Grande Pirâmide se traduz em um fim do mundo situado entre os anos 2001 e 2030, bem entendido que esse fim não é total. Provavelmete, o término de uma etapa signifique a luta de duas ideologias, algo que já está acontecendo: o defrontamento entre os que se identificam com o passado e os que situam sua meta no imediato futuro, um enfrentamento sangrento, possivelmente catastrófico, mas não definitivo. Segundo a Grande Pirâmide, após a tempestade virá a calma, a ordem, o que é o mesmo, o nascimento de um homem novo, de uma espiritualidade nova. Assim, seja. E uma profecia muito completa; mas existem outras.

O que devemos pensar, por conseguinte, a respeito da Grande Pirâmide?

Primeiro, não há nenhuma dúvida que, de certa forma, a Grande Pirâmide é uma representação do globo terrestre, porque contém, pelo que sabemos, dois sistemas de geometria: um de geometria plana e outro de trigonometria (com o número Pi), assim como um de geometria espacial.

Por outro lado, o tempo e o espaço encontram-se tão intimamente unidos que é inconcebível que um possa existir sem o outro. O desaparecimento do tempo, se pudesse ocorrer, constituiria o imediato desaparecimento de tudo que ocupa o espaço e, portanto, o próprio espaço, já que toda a matéria, coisa demonstrada, que também era conhecida pelos sábios da antiguidade, não é mais que o movimento da energia.

Com a parada do tempo, cessaria o movimento, e também toda a matéria e, sem dúvida, inclusive a própria energia.

Daí deduzimos que o tempo deve ser considerado como uma qualidade do espaço, uma espécie de dimensão.

Disso se entende que toda delimitação do espaço, toda construção no espaço comporta uma inclusão do tempo.

Imaginemos, então, que um Iniciado fosse capaz de delimitar no espaço uma figura simbólica, mas real, do espaço ou do cosmos: obrigatoriamente ficaria inscrito nesse espaço o tempo desse espaço.

Em consequencia, todo acontecimento temporal que se situasse nesse espaço ficaria obrigatoriamente inscrito dentro dele mesmo. Em seu lugar espacial.

Se um homem, capaz de resolver esse espaço, o resolvesse, disso seguiria uma resolução do tempo.

Portanto, não é absurdo afirmar, a priori, que o passado, o presente e o futuro podem estar inscritos em um monumento. Mas a interpretação só é possível com a condição de que o interprete de tais inscrições seja tão sábio quanto aquele que sugeriu o problema, o que não ocorreu até hoje... ao menos pelo que se sabe oficialmente.

(extraído do livro: Profecias e Profetas - Hans Krofer)




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